Redação - Estado de Minas
Aumenta procura por imóveis populares, com prestações mensais a partir de R$ 50
| Construtora Rossi/Divulgação |
| Diretor da regional da Rossi na Capital, Frederico Kessler defende empreendimentos diferenciados para a classe média |
Luana Macieira
Dois
quartos, sala, cozinha, área de serviço, um banheiro e vaga para um
carro na garagem. Esta é a descrição de um imóvel considerado
econômico, que custa até R$ 100 mil e atende, de forma eficiente, às
necessidades de famílias brasileiras com renda inferior a 10 salários
mínimos.
Mesmo com a crise, o mercado para esse tipo de imóvel
está em crescimento nas grandes cidades. É cada vez maior o número de
famílias que preferem pagar parcelas da casa própria, em vez de se
preocupar com o permanente pagamento de aluguel. O problema é que achar
unidades de qualidade e a preços acessíveis não é tarefa fácil. Porém,
observando a movimentação desse mercado, construtoras antes
especializadas em imóveis grandes, de luxo e com preços mais altos
estão investindo em unidades de segmento econômico.
É o caso
da Construtora e Incorporadora Rossi, que atua em 61 cidades
brasileiras e investe em imóveis residenciais e comerciais. A empresa
lançou a linha Rossi Ideal, dedicada somente ao mercado econômico e com
unidades que custam, em média, R$ 64 mil.
Leia a continuação desta matéria:
Técnica contra o desperdício
A
linha visa a atender ao público que tem dificuldades para conseguir
financiamento, principalmente as pessoas cadastradas no programa Minha casa, minha vida, do governo federal. A intenção é lançar 15 mil unidades até o fim deste ano e outras 20 mil em 2010.
| Gladyston Rodrigues/AO CUBO FILMES |
| Diretor da regional da Rossi na Capital, Frederico Kessler defende empreendimentos diferenciados para a classe média |
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